| Consciente de que é tarefa difícil descrever aqui de forma exaustiva toda a história deste pequeno torreão porque a história nunca se esgota, nem será esse o objectivo, procurar-se-á dar a conhecer de modo sucinto mas plenamente elucidativo, alguns passos do passado que naturalmente muitos de nós desconheceremos. |
| AS ORIGENS
Ao certo ao certo ninguem conseguiu ainda provar mas, de entre as várias
hipóteses apontadas por especialistas na matéria, a que se
afigura como mais plausível de ser a verdadeira, sobressai a teoria
do Padre João Vieira Neves Castro Cruz, douto escritor e arqueólogo,
publicada num artigo d"A Palavra do Porto" em 3 de Julho de 1889 sobre
a Freguesia de S. João Baptista de Guidões em
que nos diz: " ...e até pode ser que proceda d'algum indivíduo
chamado Guido e que fosse senhor desta terra..."
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| ANTIGUIDADE DA IGREJA E PARÓQUIA DE GUIDÕES
Os elementos existentes para formular uma resposta concreta e válida
são muito deficientes. No entanto, documentos de registo paroquial
existentes nos arquivos do Paço Episcopal do Porto evocando o nome
de Guidões, levam-nos até ao ano de 1593. Os livros anteriores
a essa data devem ter desaparecido num incêndio que se diz, houve
na "Câmara Ecclesiástica do Porto" há mais de 280 anos
(1913 + 280).
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| EDIFÍCIOS RELIGIOSOS
Guidões foi possuidor em tempos idos, de 3 edifícios religiosos:
Igreja Paroquial, Capela de Santa Bárbara e Capela do Senhor dos
Passos.
A pouca distância no local de edificação da nova
Igreja, ficava a antiquíssima Capela da Santa Bárbara,
sensivelmente em frente onde hoje se encontram os Cruzeiros graniticos
(esquina da Rua de Santa Bárbara e da Rua da Igreja).
Antes da edificação da actual Igreja Paroquial, era a
Capela
do Senhor dos Passos considerada o templo-mor da freguesia, onde hoje
são os jardins da casa Lopes. Ali existia a Capela e o Cemitério.
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